O app do evento tem
três telas úteis
Programação, meu acesso e onde é. O resto do menu costuma existir para o organizador, não para quem está no evento.
O participante abre o app para resolver, não para navegar
Quem abre o app durante o evento tem uma pergunta específica e imediata: para onde eu vou agora, a que horas começa, onde está meu QR Code, mudou alguma coisa. Ele não está explorando conteúdo, está resolvendo um problema em pé, no corredor, com pouco tempo.
Menus grandes atrapalham exatamente esse uso. Cada item adicional na navegação afasta as três respostas que 90% das aberturas procuram.
O que quase sempre é usado
- Programação
- Com filtro por dia e sala, e destaque para o que está acontecendo agora.
- Meu acesso
- QR Code do participante disponível sem procurar e-mail.
- Mapa e salas
- Onde fica cada sessão, com referência física real, não só planta bonita.
- Avisos
- Mudança de sala, atraso, cancelamento, pouco volume e alta relevância.
- Palestrantes
- Quem é quem, quando fala, e o material da apresentação depois.
- Expositores
- Lista buscável com localização no estande, útil em feira.
O que costuma encher o menu sem ser aberto
Feed social interno raramente ganha tração: o participante já tem rede social e não vai migrar por dois dias. Chat aberto entre participantes tem o mesmo destino, além de exigir moderação que ninguém previu no orçamento.
Galeria de fotos dentro do app compete com a entrega que faz mais sentido, busca por reconhecimento facial, que resolve o problema real de achar as próprias fotos. E menu institucional com história da empresa é conteúdo de site, não de app de evento.
Critério para decidir o que entra
- A funcionalidade responde a uma pergunta que o participante faz durante o evento?
- Ela evita uma ida à recepção ou uma dúvida no corredor?
- Alguém vai manter esse conteúdo atualizado durante o evento?
- Ela funciona em trinta segundos, em pé, com uma mão?
- Se ninguém abrir, o evento perde alguma coisa?
O que colocar pensando no depois
Algumas funções valem justamente porque sobrevivem ao evento: material das apresentações, certificado, avaliação das sessões e o canal para receber o conteúdo gravado. São o que transforma o app em ponto de relacionamento em vez de folheto digital de dois dias.
A regra é a mesma: um item por objetivo claro, com alguém responsável por alimentá-lo. Funcionalidade sem dono vira menu morto, e menu morto ensina o participante a não abrir o app.
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Conte o formato e o que mais gera dúvida na sua recepção. A gente propõe o conjunto mínimo que resolve.
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