Grupo INAC Falar sobre um evento

Uma pergunta na hora
vale por dez depois

O formulário enviado por e-mail na semana seguinte tem taxa de resposta baixa e viés claro: só responde quem amou ou odiou.

O momento decide a taxa de resposta

Avaliação pedida no fim da sessão, enquanto o participante ainda está sentado, tem taxa de resposta muito superior à enviada depois. Ele está no contexto, a memória está fresca e o custo de responder é baixo.

Cada hora que passa reduz resposta e distorce o resultado, quem responde dias depois costuma ser quem teve reação extrema.

Menos perguntas, mais respostas

Uma pergunta
Nota da sessão. Taxa de resposta alta, dado limitado mas comparável.
Duas perguntas
Nota e um campo aberto opcional. O melhor equilíbrio na prática.
Três a cinco
Conteúdo, palestrante, formato. Já derruba resposta perceptivelmente.
Formulário longo
Responde quem tem tempo e opinião forte: amostra enviesada.

Como montar o fluxo

O campo aberto é onde está o valor

A nota diz que algo aconteceu; o texto diz o quê. Mesmo com poucas respostas escritas, elas costumam concentrar a informação acionável: o som estava alto, a sala estava cheia, o conteúdo era básico demais para o público.

Vale ler todos, e não apenas contabilizar a média, que é o número que menos ajuda a mudar alguma coisa.

O que fazer com o resultado

Avaliação coletada e não usada ensina o participante a não responder na próxima. O mínimo é fechar o ciclo: comunicar o que foi ajustado por causa do retorno recebido, seja na edição seguinte ou já no dia seguinte do próprio evento.

Do lado da produção, o dado por sessão permite comparar formatos, horários e temas, o que transforma a montagem da grade em decisão baseada em evidência.

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