Grupo INAC Falar sobre um evento

Melhor não responder
que responder errado

Em evento, uma resposta errada com aparência de certeza manda o participante para a sala errada, e a reclamação chega ao organizador, não à ferramenta.

O problema não é a IA, é o escopo aberto

Um assistente sem limites tenta responder tudo, inclusive o que não sabe, porque foi construído para produzir uma resposta plausível. Em contexto de evento, plausível não basta: horário, sala e regra de acesso são fatos verificáveis, e errar neles tem consequência imediata.

A configuração correta trata a recusa como resposta válida, não como falha.

As quatro camadas de contenção

Escopo
Lista explícita de assuntos que o assistente cobre; fora dela, ele não opina.
Base de conhecimento
Respostas ancoradas no conteúdo do evento, não no conhecimento geral.
Instrução de recusa
Dizer que não sabe e oferecer caminho, em vez de tentar aproximar.
Escalonamento
Passagem para atendimento humano com o contexto da conversa.

Roteiro de configuração

O teste que mais revela problema

Perguntas ambíguas são mais reveladoras que perguntas difíceis. "A palestra de amanhã é onde?" em um evento com quatro salas e dez sessões força o assistente a escolher, e é aí que se vê se ele pede esclarecimento ou chuta.

O comportamento desejado é pedir a informação que falta. Um assistente que pergunta de volta é melhor que um que acerta às vezes.

O registro do que ele não soube

Toda pergunta recusada ou escalada deve ficar registrada. Essa lista é o ativo mais útil do projeto: mostra o que o participante realmente quer saber e o que falta na base de conhecimento.

Depois do evento, ela vira melhoria de conteúdo, e, muitas vezes, revela informação que também estava faltando no site, no app e na comunicação prévia.

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