Grupo INAC Falar sobre um evento

A tradução erra
onde o som erra

Quase todo problema atribuído à inteligência artificial em tradução ao vivo começa antes dela: no microfone, no retorno de palco ou na mesa de som.

O modelo transcreve o que ouve

O reconhecimento de fala converte som em texto antes de qualquer tradução. Se o som chega com ruído de fundo, sobreposição de vozes ou nível oscilante, o texto já sai errado, e a tradução apenas propaga o erro para outro idioma.

Por isso a maior parte do ganho de qualidade em tradução automática vem de ajustes de áudio, não de configuração da plataforma.

Os cinco inimigos do reconhecimento

Ruído de fundo
Ar-condicionado, plateia, obra ao lado: o modelo tenta transcrever tudo.
Vozes sobrepostas
Mesa-redonda com todos falando junto é o cenário mais difícil.
Retorno vazando
O som da caixa voltando ao microfone cria eco e duplica palavras.
Nível oscilante
Palestrante que se afasta do microfone some do texto.
Lapela mal posicionada
Roçar de roupa e respiração viram ruído constante.

O que ajustar na captação

Termos técnicos e nomes próprios

Mesmo com áudio impecável, nomes de produto, siglas do setor e nomes próprios são onde o reconhecimento erra mais. Isso se resolve antes: uma lista de termos do evento, marcas, produtos, nomes de palestrantes, siglas, entregue à plataforma reduz muito o erro.

É um trabalho de vinte minutos com a organização que melhora perceptivelmente o resultado, principalmente em congressos técnicos e médicos.

A verificação que resolve a maioria dos casos

Uma passagem de som de vinte minutos, com os microfones reais, ouvindo o texto que a plataforma gera em tempo real, expõe todos os problemas acima antes que eles cheguem ao participante.

É a mesma checagem que a transmissão exige, e quando os dois serviços existem no mesmo evento, ela é feita uma vez e serve aos dois.

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Quer testar a tradução com o áudio do seu palco?

A gente roda um teste com o mesmo microfone e a mesma mesa do dia do evento.