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O que fazer quando
alguma coisa cai

Contingência não é prever o inesperado. É ter resposta pronta para as cinco coisas que acontecem sempre.

Falha 1, a rede cai

É a mais comum e a de maior alcance, porque derruba credenciamento, ativação e transmissão de uma vez. A resposta precisa estar decidida por sistema: o credenciamento continua em modo local, a transmissão troca de caminho, a ativação entra em modo offline.

A pergunta a responder antes é quanto tempo cada sistema aguenta sem conexão, e o que acontece com o dado gerado nesse intervalo.

As cinco falhas e a resposta mínima

Rede
Modo local por sistema, link alternativo por rota diferente, prioridade definida.
Impressão
Impressora reserva montada e testada, não guardada na caixa.
Energia
Nobreak nos pontos críticos e mapa de circuitos para não sobrecarregar.
Sistema
Procedimento de fallback: liberar por lista, registrar e regularizar depois.
Pessoa-chave
Segunda pessoa treinada e com acesso, para cada função crítica.

O plano precisa caber em uma página

Documento longo não é consultado durante uma crise. O que funciona é uma página com cinco cenários, a ação imediata de cada um, quem executa e o telefone de quem decide se a ação não resolver.

Impressa, na mão da coordenação, e não em um arquivo na nuvem que depende justamente da rede que caiu.

Autonomia decidida antes

A maior parte do tempo perdido em incidentes não é técnica: é a espera por autorização. Quem pode liberar um participante sem sistema, quem pode desligar uma ativação, quem pode decidir cortar uma sala da transmissão.

Definir isso antes transforma dez minutos de paralisia em trinta segundos de execução.

O que fazer depois do incidente

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