Grupo INAC Falar sobre um evento

Cada decisão tem
o seu prazo

A maior parte dos problemas de tecnologia em eventos não é falha técnica. É decisão tomada tarde demais para ser executada bem.

D−30: as decisões que não podem escorregar

D−7: preparação e ensaio

D−1: montagem

Rede
Link ativo, pontos de acesso instalados e testados com carga real.
Credenciamento
Estações montadas, logadas e testadas de ponta a ponta.
Palco
Som, envio dedicado para transmissão e tradução, passagem com microfones reais.
Ativação
Estações montadas, testadas na rede do local e com modo de falha verificado.
Sinalização
Montada antes de a fila existir, não depois.
Contingência
Plano impresso, com nomes e telefones, na mão da coordenação.

D0: o dia

No dia, a tecnologia não deve exigir decisão nova. O que se faz é monitorar indicadores, vazão do credenciamento, estado da rede, sinal no ar, participações na ativação, e executar o que já foi decidido.

Toda decisão inédita tomada no dia é sintoma de algo que ficou sem definição em alguma das etapas anteriores. Vale anotar cada uma delas: é a melhor pauta para a reunião da próxima edição. Este calendário é o que usamos internamente nos cerca de 150 eventos que operamos por ano.

D+1: o que só existe depois

O dia seguinte tem tarefas próprias e prazo curto: coletar os dados antes que os sistemas sejam desmobilizados, organizar o material audiovisual, executar o descarte de dados sensíveis conforme prometido e registrar o relato da equipe enquanto a memória está fresca.

O relatório que a diretoria vai ler nasce aqui. Se essas horas não estiverem na escala de alguém, ele será feito de lembrança, e a próxima edição vai repetir os mesmos erros.

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Quer o cronograma do seu evento?

Conte a data e o escopo. A gente devolve o calendário de decisões técnicas do D−30 ao D+1.